Instalações hidráulicas e sanitárias
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O edifício B&B BUSINESS é dotado de 02 (dois) reservatórios, sendo dois inferiores, localizados no Subsolo 1, composto de 02 (duas) caixas d’água feita em estrutura de concreto armado, impermeabilizado, uma com capacidade para 123.810 litros para a Torre 1 e outra com capacidade de 116.940 litros para Torre 2, conectado à tubulação de água da SANEAGO; e outros 02 (dois) reservatórios superiores compostos de 02 (duas) caixas d’água feitas em estrutura de concreto armado cada, impermeabilizadas, um com capacidade total para 169.500 litros para a Torre 1 e outro com 239.210 litros para a Torre 2, localizados no último pavimento acima do Terraço do edifício.
Dos reservatórios superiores, uma parte corresponde à chamada Reserva Técnica de Incêndio que só é usada em uma eventual emergência, através da rede de combate a incêndio.
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O edifício B&B BUSINESS é atendido por uma rede coletora de esgoto sanitário que está interligada à Estação de Tratamento de Esgoto de Aparecida de Goiânia. Todos os esgotos são encaminhados às caixas CI (caixa de inspeção), situadas no térreo conforme mostra o projeto hidrosanitário. As prumadas recolhem as águas residuais de vários pontos do edifício e as levam, por gravidade, até os desvios no térreo, de onde seguem para a rede pública. Os tubos que coletam os detritos e a água são ventilados, em locais determinados em projeto específico, através de outros tubos, chamados de rede de ventilação. Essas tubulações seguem os mesmos critérios de manutenção das demais tubulações do sistema de esgoto.
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O fornecimento de água a cada sala é feito por tubulações que estão ligadas ao reservatório superior através do barrilete, que se localizam no último pavimento de cada torre acima da cobertura do edifício.
Para cada uma das caixas d’água existe um barrilete que contém 01 (uma) prumada com registro geral responsável pelo abastecimento de toda a coluna da torre. Estes registros gerais possibilitam o corte do fornecimento de água a todos os pontos de abastecimento que estão ligados à coluna em caso de manutenção ou emergência.
A partir do barrilete, a tubulação principal “desce” em forma de prumada até os halls dos pavimentos. Em cada hall temos 01 (uma) caixa com os medidores individuais de cada sala e seus respectivos registros. Além disso, o W.C tem um registro para isolamento do sistema.
Para a redução de pressão da coluna de água nas prumadas, existem Válvulas Redutoras de pressão presentes no 6º e no 12º pavimento de ambas as Torres.
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Nos banheiros das salas, existe 01 (um) ralo que faz a coleta de água do piso e das pias, sendo ele sifonado. O ralo sifonado possui um compartimento interno dividido que serve para impedir o refluxo de odor pela tubulação.
Se um determinado banheiro ficar muito tempo sem utilização, a água do ralo sifonado pode secar ocasionando mau cheiro no banheiro, o mesmo pode acontecer com os demais ralos da sala.
Nas varandas (laje técnica), a coleta da água é feita por um ralo que está ligado à prumada de coleta de água pluvial do edifício.
Cuidados a serem tomados
Com a instalação de chuveiros e duchas higiênicas
- Ao instalar duchas higiênicas, tenha cuidado ao apertá-los, pois o uso de muita força poderá danificar a tubulação existente, provocando vazamentos. Orientar também o profissional instalador para que faça uma boa vedação entre a ducha higiênica, e o ponto de água na parede, com fita veda rosca para evitar eventuais vazamentos.
- Não existe a previsão de pontos de chuveiro nos banheiros das salas comerciais. Caso isso seja acrescido ao sistema de água fria da unidade, o fato deve ser comunicado à administração do Condomínio e ser feito um Projeto específico por Projetista especializado. Eximindo a Construtora dos prazos de garantia do sistema de água fria da unidade.
Com a remoção de vasos sanitários
- Caso o vaso sanitário seja removido, deve ser recolocado por profissional competente, que tenha o cuidado com a fixação do vaso com parafusos e com o rejuntamento do piso à sua volta.
Com o sistema de pressurização da rede
- Não alterar a regulagem da válvula redutora de pressão, mantendo as características previstas em projeto específico
Com louças e metais
- Não utilizar palha de aço e produtos que causem atritos na limpeza de metais sanitários, ralos das pias e lavatórios, louças e cubas. Dar preferência para o uso de água, sabão neutro e pano macio.
Com bancadas e equipamentos sanitários
- Não subir ou se apoiar nas louças e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar, causando ferimentos graves.
- Verificar os mecanismos internos de caixas acopladas a cada 6 meses, verificando a regulagem do mecanismo de descarga periodicamente.
- Não jogar quaisquer objetos nos vasos sanitários e ralos que possam causar entupimentos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, fio dental, etc.
- Limpe periodicamente os ralos e sifões das louças, tanques, lavatórios e pias do seu imóvel, retirando todo e qualquer material causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos, cabelos, etc.) e jogando água a fim de se manter o fecho hídrico nos ralos sifonados evitando assim o mau cheiro proveniente da rede de esgoto;
- Limpe periodicamente os arejadores (bicos removíveis) das torneiras, pois é comum o acúmulo de resíduos provenientes da própria tubulação e rede pública;
- Verifique a gaxeta, anéis e a estanqueidade dos registros de gaveta, evitando vazamentos;
Com a utilização das áreas molhadas
- A maioria dos casos de entupimento das pias de cozinha, é o sifão, que está cheio de detritos. Para sanar o problema, basta desatarraxar o copo do sifão (que é a parte inferior do conjunto) com a própria mão ou com o auxílio da chave inglesa e efetuar a sua limpeza. Após a limpeza, coloque o copo do sifão no lugar, atarraxando-o corretamente, de modo que fique bem encaixado e não gere vazamento. Caso persista o entupimento, chame o bombeiro hidráulico.
- Mensalmente, fazer a limpeza dos ralos das áreas molhadas.
- Não jogar materiais como pó de café, restos de comida, talheres e palitos de dente no ralo da pia da cozinha.
- Evite choques no sifão com objetos que são guardados sob a pia, como panelas.
- Não deixar os ralos sem a grelha de proteção, especialmente as que se localizam perto das áreas ajardinadas. Geralmente, os maiores causadores de entupimento são os detritos maiores que caem no ralo e obstruem a passagem de água pela tubulação.
- Não jogar objetos como absorvente, sabonete, fio dental, cotonete, preservativo e cabelo no vaso sanitário. A instalação sanitária não está preparada para receber tais materiais podendo ser danificada e ficar entupida.
- Limpar com pano ou bucha macia e água. Se necessário, utilize um produto neutro, tal como, detergente ou sabão.
- Limpar também o orifício onde está o botão de acionamento da caixa acoplada, para garantir o seu perfeito funcionamento, de acordo com as seguintes instruções:
– Aperte, o botão de acionamento da caixa até o final
-Simultaneamente, com um pano úmido, limpe as paredes do buraco do botão de acionamento, retirando a poeira e as impurezas que ficam nas paredes deste orifício. - Ao acionar a descarga da caixa acoplada externa, mantenha o botão apertado até que todo o volume de água da mesma seja utilizado.
- De acordo com o fabricante, os novos sistemas de sucção de esgoto dos vasos sanitários fazem com que estes funcionem de maneira mais silenciosa e lenta que os sistemas usados normalmente, dando a falsa impressão de que o vaso sanitário está entupido ou com descarga sem força. Entretanto, estes vasos têm a mesma eficiência para eliminar os dejetos.
- Manter o registro da ducha higiênica, sempre fechado enquanto esta não estiver sendo usada, para evitar que o “chuveirinho” da ducha permaneça sob pressão. Caso contrário, o esguicho da ducha poderá vazar, uma vez que ele não foi dimensionado para suportar a pressão da água, conforme recomendação dos fabricantes.
- Ao perceber a pouca vazão de água nas torneiras da pia de cozinha, faça a limpeza do bico, desatarraxando-o e passando-o pela água corrente, pois é comum o acúmulo de resíduos provenientes da própria tubulação.
- Quando houver algum problema em instalação hidro-sanitária (tubos, conexões, metais e nos vasos sanitários com as caixas acopladas), o ideal é chamar um profissional qualificado para resolvê-lo, quando este problema estiver fora do prazo de garantia dado pela construtora.
- Não use produtos ácidos e produtos abrasivos.
- Não permitir jamais que chuveiros ou torneiras fiquem pingando. Providenciar rapidamente que o problema seja solucionado. Normalmente, basta trocar a carrapeta do registro.
- Evite apoiar e pendurar objetos pesados, como baldes d’água, nas torneiras e registros. O peso excessivo força as conexões hidráulicas, podendo gerar vazamento.
- Não utilize palha de aço (bombril, assolan ou outros) para limpeza das louças e metais pois estas soltam “fiapos de aço” que enferrujam e mancham as superfícies.
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O reservatório superior e a cisterna estão interligados por um sistema composto de 02 (duas) bombas de recalque, quadro elétrico especial e boias automáticas. As características das bombas estão identificadas no item 5.2.11, e o fornecedor está no item 4.2 da “Relação de Fornecedores”.
As bombas de recalque e o quadro elétrico estão localizados no subsolo 1. Utilizam-se 02 (duas) bombas de recalque por reservatório, pois há necessidade de revezamento no funcionamento. Caso haja algum problema com a bomba que está em uso, é possível realizar a manutenção sem comprometer o abastecimento de água ao edifício. Além disso, por ser um equipamento elétrico, que trabalha com água, é obrigatório fazer um revezamento das bombas a cada 30 (trinta) dias, a fim de não danificá-las. Este revezamento é feito automaticamente pelo quadro de comando das bombas. Há uma ligação que coloca a bomba que está em uso para funcionamento manual ou automático, devendo estar sempre na posição automática. O fornecedor do quadro elétrico destas bombas está no item 4.2, da “Relação de Fornecedores”.
Caso, por algum motivo, as bombas estejam no modo manual, há uma chave magnética que comanda o funcionamento das bombas (bomba 01 e bomba 02), através da qual se faz o revezamento.
Cuidados a serem tomados
Com a ligação da bomba de recalque
Não ligar a bomba no “manual” em caso de falta d’água.
Não adianta querer resolver eventual falta d’água da rua ligando a bomba no sistema “manual”. O sistema de recalque ligado no “manual” poderá queimar as bombas, caso não haja água nos reservatórios, ou, continuará jogando água para o reservatório superior após estar cheio, o que ocasionará transbordamento. Nesse caso, a água poderá retornar pela tubulação elétrica do comando automático das bóias, causando danos a toda instalação elétrica.
Com a entrada de ar nas bombas
Qualquer vazamento que exista na tubulação antes de chegar às bombas de recalque permitirá a entrada de ar nas mesmas, queimando-as. Ao perceber tal fato, providencie imediatamente o reparo nas tubulações ou conexões danificadas, através de pessoal especializado.
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O sistema de bombeamento de água servida é constituído por duas bombas, quadro elétrico e bóias automáticas. As bombas submersíveis e o quadro elétrico estão localizados no subsolo 2. O acionamento será automático a partir do momento em que o nível da água da caixa de captação na garagem do subsolo ultrapassar o limite preestabelecido, a fim de evitar a inundação do pavimento, em caso de chuva intensa.
É imprescindível a constante manutenção dessa bomba, para, na eventualidade de ser necessária, a mesma se encontre em perfeito estado de funcionamento. As características desta bomba estão no item 5.2.14, e o fornecedor está no item 4.2 da Relação de Fornecedores.
Cuidados a serem tomados
Com a entrada de ar na bomba
Qualquer vazamento que exista na tubulação antes de chegar à bomba submersível permitirá a entrada de ar na mesma, queimando-a. Ao perceber tal fato, providencie imediatamente o reparo nas tubulações ou conexões danificadas, através de pessoal especializado.
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As fontes e espelhos d’água do empreendimento foram executadas em alvenaria, impermeabilizada com manta asfáltica 4 mm e revestida com material cerâmico. As características do filtro e das bombas dos espalhos d’água estão detalhadas no item 5.2.13, e o fornecedor está no item 4.2 da “Relação de Fornecedores”.
Atenção
É fundamental que o condomínio mantenha sempre um contato de manutenção e conservação deste item com uma empresa especializada.
Cuidados a serem tomados
É fundamental que sejam realizadas periodicamente todas as manutenções de seus revestimentos e equipamentos, assim como consta no subitem 7.5 – Outras Manutenções, do item 7 – Manutenções Periódicas. A manutenção dos espelhos d’água deve ser feita por pessoa que possua conhecimentos adequados em manutenção de espelhos d’água.
Funcionamento da bomba com registros abertos
- O sistema de bomba e fonte do espelho d’água deve ser manuseado somente por pessoal qualificado, garantindo que a bomba permaneça em funcionamento com os registros presentes na casa de máquinas do espelho d’água sempre desobstruídos. A casa de máquinas está localizada no Subsolo 1, ao lado da casa de bombas de recalque das Torres e da Sala de Despachos e encomendas. O quadro de acionamento da bomba está localizado dentro da casa de máquinas do Espelho d’água.
- Contratar uma empresa especializada para fazer a manutenção mensal deste serviço.
- Mantenha a bomba do espelho d’água ligada, permanentemente, enquanto a a fonte estiver sendo utilizada.
- Ao manusear os registros, só fazer a manobra (retrolavagem, lavagem, aspiração, sucção) da alavanca do filtro com a bomba desligada e siga corretamente as orientações de manuseio.
- Só esvazie o espelho d’água em caso de conserto de vazamentos ou para efetuar uma limpeza mais rigorosa, caso isto seja realmente necessário.
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– Reservatório inferior (ligada a tubulação de água da SANEAGO): Torre 1 = 123.810 lts e Torre 2 = 116.940 lts;
– Caixa d´água (localizada no pavimento acima da cobertura): Torre 1 = 91.092 + 78.408 lts = 169.500 litros e Torre 2 = 119.740 + 119.470 lts = 239.210 litros;
– Reserva técnica do incêndio: Torre 1 = 113.000 litros e Torre 2 = 113.000 litros;
– Capacidade máxima total de consumo, quando falta água (Caixas d’água interligadas):
Torre 1: 123.810 lts (Reservatório Inferior) + 56.500 lts (Caixa d’água) = 180.310 litros.
Torre 2: 116.940 lts (Reservatório Inferior) + 126.210 lts (Caixa d’água) = 243.150 litros.
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Torre 1: 2 x Motor Elétrico Trifásico – Marca: Thebe / PX-15, 380V, 15.0 CV
Torre 2: 2 x Motor Elétrico Trifásico – Marca: Thebe / P-18, 380V, 20.0 CV
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Torre 1: 2 x Motor Elétrico Trifásico – Marca: Thebe / PX-15, 380V, 15.0 CV
Torre 2: 2 x Motor Elétrico Trifásico – Marca: Thebe / P-18, 380V, 20.0 CV
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Motor Elétrico Trifásico – Marca: Thebe / TSB-105 / 380V / 3.0 CV
Motor Elétrico Trifásico – Marca: Thebe / TSB-205 / 380V / 4.0 CV
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Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às recomendações dos fabricantes, diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, quando houver;
Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalente;
Manter os registros gerais das áreas molhadas fechados quando da ausência do imóvel por longos períodos.
A cada 1 ano
| Periodicidade | Atividade | Responsável |
|---|---|---|
| A cada 1 semana | Verificar o nível dos reservatórios, o funcionamento das torneiras de boia e a chave de boia para controle de nível | Equipe de manutenção local |
| A cada 15 dias | Utilizar e limpar as bombas em sistema de rodízio, por meio da chave de alternância no painel elétrico (quando o quadro elétrico não realizar a reversão automática) | Equipe de manutenção local |
| A cada 1 mês | Verificar a estanqueidade e a pressão especificada para a válvula redutora de pressão das colunas de água potável | Equipe de manutenção local |
| A cada 6 meses | – Verificar funcionalidade do extravasor (ladrão) dos reservatórios, evitando entupimentos por incrustações ou sujeiras – Verificar mecanismos internos da caixa acoplada – Verificar as estanqueidade dos registros de gaveta – Abrir e fechar completamente os registros dos subsolos e cobertura (barrilete) para evitar emperramentos, e mantê-los em condições de manobra – Limpar e verificar a regulagem dos mecanismos de descarga – Limpar os aeradores (bicos removíveis) das torneiras |
Equipe de manutenção local |
| A cada 6 meses | – Efetuar manutenção nas bombas de recalque de água potável – Verificar o sistema de pressurização de água, regulagem da pressão, reaperto dos componentes e parametrização dos sistemas elétricos e eletrônicos, e caso haja necessidade, proceder ajustes e reparos |
Empresa especializada |
| A cada 6 meses (ou quando ocorrerem indícios de contaminação ou problemas no fornecimento de água potável da rede pública) | Limpar os reservatórios e fornecer atestado de potabilidade OBS.:Isolar as tubulações da válvula redutora de pressão durante a limpeza dos reservatórios superiores, quando existentes |
Empresa especializada |
| A cada 6 meses ou conforme orientações do fabricante | Limpar os filtros e efetuar revisão nas válvulas redutoras de pressão, conforme orientações do fabricante | Empresa especializada |
| A cada 1 ano | Verificar a estanqueidade da válvula de descarga, torneira automática e torneira eletrônica | Empresa de manutenção local |
| A cada 1 ano | – Verificar a estanqueidade da válvula de descarga, torneira automática e torneira eletrônica – Verificar as tubulações de água potável para detectar obstruções, perda de estanqueidade e sua fixação e recuperar sua integridade onde necessário |
Equipe de manutenção local/empresa capacitada |
| A cada 1 ano | Verificar o funcionamento do sistema de aquecimento individual e efetuar limpeza e regulagem, conforme legislação vigente | Empresa capacitada |
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Danos decorrentes de limpeza inadequada (produtos químicos, solventes, abrasivos do tipo saponáceo, palha de aço, esponja dupla face) em acabamentos dos componentes nos metais sanitários;
Danos decorrentes de objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento;
Danos decorrentes de quedas acidentais, mau uso, manuseio inadequado, instalações de equipamentos inadequados ao sistema;
Danos decorrentes por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou revestidas);
Uso incorreto dos equipamentos;
Manobras indevidas, com relação a registros, válvulas e bombas;
Reparos em equipamentos por pessoas não autorizadas pelo Serviço de Assistência Técnica;
Se constatada aplicação ou uso de peças não originais ou inadequadas, ou adaptação de peças adicionais sem autorização prévia do fabricante;
Se constatada falta de limpeza nos aeradores, provocando acúmulo de resíduos nos mesmos;
Se constatada falta de troca dos vedantes (courinhos) das torneiras;
Se constatado nos sistemas hidráulicos pressões alteradas por desregulagem da válvula redutora de pressão ou sistema de pressurização e temperaturas alteradas nos geradores de calor, aquecedores etc., discordantes das estabelecidas em projeto.
Se constatado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos etc.
Fonte: SECOVI-SP
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Peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso, tais como vedantes, gaxetas, anéis de vedação, guarnições, cunhas, mecanismos de vedação.